Beira do Cais
Letra e Música: Fernando Kobalski
Classes sociais, impondo costumes maneiras e mitos, bens materiais
Classes especiais, restando à sujeira, doenças e gritos, nada tem a mais
Recortes de jornais, falando daquilo que não interessa,
Da vida avessa das capitais
O homem busca a paz
Atirando a esmo, acertando a si mesmo
Com as suas armas de gás...!!!
Se droga, se prende, se mata, se vende,
Por somente um trocado a mais
Não importa a ferida que tenha na vida
Na verdade nunca pediu algo mais
Atirando a esmo, acertando a si mesmo
Com as suas armas de gás
Comete pecados, ataca o mais fraco
E vende crianças na Beira do cais....!!
Classes dos que são mais, mandando de novo acabando com o povo
E nossos direitos sociais
Classes marginais, oprimidos-detidos são homens-bandidos
Em celas e estatais
Recortes de jornais, novamente dizendo o que eu não entendo
Da vida avulsa dos globais
O homem busca a paz
Atirando a esmo, acertando a si mesmo
Com as suas armas de gás...!!!
Se droga, se prende, se mata, se vende,
Por somente um trocado a mais
Não importa a ferida que tenha na vida
Na verdade nunca pediu algo mais
Atirando a esmo, acertando a si mesmo
Com as suas armas de gás
Comete pecados, ataca o mais fraco
E vende crianças na Beira do cais....!!
Se droga, se prende, se mata, se vende,
Por somente um trocado a mais
Não importa a ferida que tenha na vida
Na verdade nunca pediu algo mais
Atirando a esmo, acertando a si mesmo
Com as suas armas de gás
Comete pecados, ataca o mais fraco
E vende crianças na Beira do cais....!!