Release
A banda surgiu em meados de 1995 com o nome de Banda Esfincter, na cidade de Taguatinga-DF, onde tocou em bares, pubs e eventos culturais.
Em 2003, passou a se chamar Gorki e, a partir de janeiro de 2006, definitivamente Estereofonia.
Mostrando um repertório essencialmente autoral, seus integrantes receberam influências de rock , blues, Soul, bossa nova e tropicalismo. Todos esses ingredientes transitam pelas músicas da Estereofonia.
O som da banda é essencialmente Indy Rock, com uma pitada de Rock dos anos 80, porém, sem se prender a modismos ou épocas.
Quanto à temática, as canções da banda abordam o cotidiano urbano, a
violência, o sexo lírico, o amor redescoberto, a prostituição, entre outros; sempre com um tratamento imagístico que estabelece forte ligação entre música e cinema.
A ironia e, por vezes, o bom humor, dão o tom da crítica. De fato, as letras das canções são um dos pontos fortes da banda. Canções tomam forma de poesias musicadas - numa métrica singular e arranjo instrumental diferenciado - enfatizando o novo e o inusitado.
Na sua formação inicial, a banda teve uma participação especial na Primeira Semana de Arte e Cultura do Senado Federal, tornando-se a primeira banda de rock a tocar dentro do Congresso Nacional.
Dentre as apresentações mais marcantes da banda, citamos a participação no quadro "Novas Bandas", do DFTV da Rede Globo; Projeto "Módulo B" do projeto Universo Paralelo, em Taguatinga; Verão Cultural da cervejaria Kaixa d'água (Taguatinga Norte); Semana Cultural da Faculdade Cenecista de Brasília (por três anos seguidos); Café Cancun - como parte do festival BSB Awards 2006; Blues Pub (Taguatinga Sul), Rayuela Bistrô (2008), entre outros.
A banda gravou três CDs Demo: Um em agosto/2002, outro em dezembro/2006 e o mais recente em março/2008. Está previsto para 2009 a gravação e produção de um Cd para fins comerciais.
Influências
A banda tem influências diversas, desde o melhor do rock setentista aos contemporâneos como Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Rolling Stones, Yngwie Malmsteen e outros monstros sagrados do rock.