HUMANIZÁRTICA (pilhéria) – (Marcelo Bousada, Paulo Córdova e Ricardo Batista) Sei que achas graça da miséria/Ainda que não seja motivo pra pilhéria;/Mais do que tudo, o dinheiro tu veneras/Mas vem a morte e a tudo então nivela/A coisa é séria/A tristeza aqui impera/A gente espera/Vencer mais esta guerra/Meu povo vive /Em casa de tapera/A desumanidade/Em pirraça se acelera/Gente, é preciso gente urgentemente!,/Que o povo carece de viver decentemente/E é preciso sorrir/Porque a coisa está tão feia/Mas de barriga cheia/Que vazia dá azia